6.2.06

Madeireiros em Festa

Madeireiros em Festa

Os madeireiros do Brasil estão em festa. E não é para menos. Afinal, o Senado aprovou o Projeto de Lei de Gestão de Florestas Públicas. Um projeto que causa inquietação nas pessoas sensíveis e amantes da natureza. Essas pessoas encontram-se tristes, preocupadas, pois agora a devastação florestal aumentará consideravelmente,e com os beneplácitos da lei.
Pelo projeto, os madeireiros poderão alugar, até por 40 anos ( isso mesmo: 40 anos!) , as florestas públicas. Não irão conservar os grandes biomas florestais. Não irão impedir a destruição da biodiversidade. Não vão beneficiá-las, certamente. Os madeireiros não se preocupam com manutenção de florestas, mas apenas com o exercício, às vezes demolidor, do extrativismo vegetal irracional.
O que muita gente não sabe é que as florestas, sobretudo a Amazônica , são peças fundamentais no chamado “ciclo hidrológico”. Primeiro servem como elemento fornecedor de umidade às massas de ar, mediante um processo denominado “evapotranspiração”. Por outro lado, evitam a aceleração dos processos erosivos, sobretudo nas encostas, e a sedimentação das calhas fluviais, que tanto prejudicam a navegação e os animais dos rios e riachos. E por último, as florestas e matas residuais nas áreas de relevo residual alimentam as fontes de águas que originam os riachos de primeira ordem, as bacias de cabeceiras.
A destruição maciça de uma floresta, como a Amazônica, a maior floresta perenifólia do planeta, poderá acarretar conseqüências desastrosas e irreversíveis no semi-árido nordestino. As chuvas de verão, que caem no Sertão nordestino, particularmente no oeste de Pernambuco e Bahia , são ocasionadas por uma massa de ar muito úmida que se forma sobre essa floresta, em especial na região do Alto Solimões. Se há uma diminuição da floresta, menos vapor d’água será fornecido à massa de ar Equatorial Continental, que obviamente chegará aos rincões sertanejos mais seca, e uma área desértica se configurará no Nordeste brasileiro....Deserto que será irreversível.
Antes dessa Lei, ou seja, nos últimos três anos, foi devastada uma área de floresta maior do que a do Estado de Alagoas. Imaginem com o apoio legal...Mas que dirão os políticos que aprovaram às pressas esse “extraordinário” Projeto de Lei, diante desses argumentos? Nada! Eles não dizem nada! Nenhuma preocupação têm com o futuro... Que comemorem a valer os grandes devastadores nacionais de florestas e do meio ambiente! Façam logo como Nero! Peguem as suas liras e cantem, num coro fúnebre,...enquanto a fumaça impesta o ar brasileiro e os toros de madeiras desçam os rios para os portos fluviais.

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Artigo publicado na página Entre Linhas, da Rádio Capibaribe do Recife ( www.radiocapibaribe.com.br )

9 comentários:

Anônimo disse...

Assunto: Novo Oceano Pode Estar se Formando na África



26/07/2006

A maior fenda da crosta terrestre vista em décadas, ou talvez em
séculos, pode
ser o início de um novo oceano, de acordo com dados recolhidos por
satélite.

Geólogos dizem que a fenda de 60 km, aberta no ano passado, pode chegar
a
atingir o Mar Vermelho, isolando grande parte da Etiópia e Eritréia do
resto da
África.

Ela foi aberta por um terremoto em setembro e, segundo observações de
cientistas
publicadas na revista Nature, estaria crescendo com uma velocidade sem
precedentes.

A fenda reflete movimentos subterrâneos, onde algumas das placas
tectônicas que
formam a África estão se distanciando gradualmente da placa Arábica,
obrigando
a crosta a se abrir.

À medida em que a fenda cresce, rochas derretidas são empurradas para a
superfície, se solidificando e formando o piso de um eventual novo
oceano.

Os cientistas calcularam que 2,5 km cúbicos de lava afloraram da fenda
aberta na
crostra terrestre, volume suficiente para encher um estádio de futebol
de grande
porte pelo menos duas mil vezes.

Tim Wright, da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha, diz que, se o
movimento
continuar, a região conhecida como o Chifre da África vai se separar do
resto
do continente em cerca de um milhão de anos.

Ele afirma que, neste caso, a fenda "vai alcançar o Mar Vermelho e o
oceano vai
jorrar por ela".

Primeira vez

Wright integra uma equipe da Grã-Bretanha e Etiópia que vem monitorando
a
criação da nova bacia oceânica, um evento raro em terra firme.

Eles utilizam instrumentos sísmicos de ponta, medidores de campo e
imagens de
satélite da Agência Espacial Européia, Envisat, para a pesquisa.

"Obtivemos um mapa bastante preciso", diz ele.

"É a maior fenda que se abre desde os anos 1970 e, talvez, em centenas
de anos."

"Esta é a primeira vez que podemos usar imagens de satélite para
investigar o
processo fundamental no momento em que ele acontece."

Os movimentos nas placas terrestres vêm acontecendo gradualmente nos
últimos
dois milhões de anos, mas de tempos em tempos, terremotos e erupções
vulcânicas
causam rupturas repentinas.

Fonte: BBC Brasil / FatorGIS

Anônimo disse...

Assunto: Superpantanal dominou Amazônia, afirma estudo

REINALDO JOSÉ LOPES
da Folha de S.Paulo

Se o Pantanal de hoje já impressiona como a maior área de planície
alagável do planeta, imagine uma região equivalente, só que com tamanho
multiplicado por 20, ocupando cerca de um terço da América do Sul.
Adicione à mistura uma das faunas mais diversificadas e bizarras que o
continente já teve e será possível ter uma idéia de como era o lado oeste da
Amazônia há uns 9 milhões de anos.

Esse ambiente estranho, onde jacarés se tornaram parecidos com baleias
e primas das capivaras pesavam tanto quanto um búfalo, está sendo
redesenhado pelo trabalho do paleontólogo Mario Alberto Cozzuol, da PUC
(Pontifícia Universidade Católica) do Rio Grande do Sul. Nos próximos
meses, ele e seus colegas devem publicar no "Journal of South American Earth
Sciences" a mais abrangente reconstituição desse ecossistema. O
trabalho de Cozzuol foi divulgado pela revista "Pesquisa Fapesp"
(revistapesquisa.fapesp.br), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São
Paulo.

Andes adolescentes

O paleontólogo explica que o superpantanal nasceu quando a cordilheira
dos Andes tinha quase terminado sua formação (faltava um último grande
surto de elevação). No oeste da atual Amazônia brasileira, uma série de
elevações do terreno, conhecidas como arcos estruturais, cercavam a
área do superpantanal, entre elas o chamado arco do Purus.

Tal como acontece hoje, essa área recebia quantidades
colossais de água e sedimentos vindos dos Andes. Mas, ao contrário do
cenário atual, formou-se uma espécie de panela funda, cercada por
elevações de todos os lados. "Na área onde hoje está a foz do rio Purus, isso
impedia que as águas corressem para o leste", explicou Cozzuol à Folha.
Isso quer dizer que simplesmente não havia o Amazonas que conhecemos,
já que o rio não desaguava no Atlântico.

Para onde, então, escapava tanta água? Segundo o paleontólogo, os rios
se espalhavam em incontáveis meandros, lagos e afluentes temporários,
estendendo-se para o norte (onde hoje haveria a bacia do Orinoco, na
Venezuela) e para o sul (formando rios precursores da atual bacia do
Prata).

"Com tantos sedimentos entrando nessa bacia, os rios não conseguiam se
encaixar, mudando de lugar o tempo todo. E isso também impedia que a
floresta se fixasse", diz ele.

No entanto, as águas e suas margens proporcionavam fartura de alimento.
Que o diga o Mourasuchus amazonensis, crocodilo de até 8 m que
desenvolveu dentes finos, os quais lembram os órgãos filtradores das baleias.
Além disso, parece ter possuído um papo, como os pelicanos. A implicação
dessa anatomia esquisita é que, em vez de caçar, como seus primos de
hoje, ele se limitava a nadar com a bocarra entreaberta, capturando
plâncton (vida aquática microscópica), pequenos peixes e crustáceos.

"Só um meio aquático muito rico em nutrientes permitiria esse estilo de
vida", diz Cozzuol. Roedores enormes, do tamanho de um boi, comiam o
pasto do superpantanal, acompanhados de estranhos mamíferos herbívoros,
os notoungulados, superficialmente parecidos com hipopótamos e
rinocerontes. E havia muitos botos, primos do atual boto-rosa.

Tanta diversidade de vida sofreu um baque quando novas mudanças dos
Andes e a liberação da corrente do Purus acabou formando a atual bacia do
Amazonas e permitiu que a mata fechada se espalhasse.

Anônimo disse...

Por entre fímbrias de luz, vai a tarde
Desfazendo-se em mudos estertores.
O teu rosto, surgindo dos odores,
É uma agonia que não faz alarde.
E eu disfarço aqui, sob os cobertores,
Como um preguiçoso, ou feito um covarde,
A esconder-me dessa paixão que arde
Em tuas entranhas, em tuas dores.
Quando liberas os gases então,
Fétida luz que te acende as demências,
Um derradeiro arroubo de paixão
Sobe-te à alma e, em meio ao fedor,
Por entre lágrimas e flatulências,
Me declaras, de novo, o teu amor...

Anônimo disse...

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Lula e sua equipe, juntamente com o PT devem estar se explicando junto ao comandante maior deles: O DITADOR HUGO CHAVEZ.

Tanto o Lula, Sua Equipe e o PT estão preocupados em esclarecer para o Ditador Hugo Chavez que Bush só passou pelo Brasil, mas que Lula, PT e Equipe do Governo deve mesmo obediência é só a Ele : DITADOR HUGO CHAVEZ.
Isso é ridículo, um País na dimensão do Brasil, ficar se justificando junto a Ditadores como esse Hugo Chavez.

Maria Feitosa
Estagiária 21 Anos
Rio-Brasil

VAI LULINHA, VAI PEDIR A BENÇA AO DITADOR HUGO CHÁVEZ VAI !!